2.4.09

A Energia Sexual


1) - O sexo é, na verdade, apenas a relação da natureza inferior com o Eu superior; ele é então erguido à luz do dia para que o homem possa alcançar a completa união com a divindade. O homem descobre que o sexo (até então unicamente uma função física, às vezes realizada sob o impulso do amor) é elevado ao seu correto plano como o casamento divino, realizado e consumado nos níveis e consciência da alma. É esta a grande verdade que está por trás da sórdida história da expressão do sexo, da magia sexual e das distorções da moderna magia tântrica. A humanidade rebaixou o simbolismo e em seus pensamentos degradou o sexo a uma função animal e deixou de elevá-lo ao reino do mistério simbólico. Os homens procuraram, através da expressão física, produzir a fusão interna e a harmonia que tanto desejam, mas tal não pode ser feito. O sexo é apenas o símbolo de uma dualidade interna, que precisa, ela própria, ser transcendida e trazida à unidade. Não é transcendida por meios físicos ou por rituais. É uma transcendência na consciência. (Astrologia Esotérica, pág. 385)

2) - A força da atração sexual é uma atração do plano físico e um retrocesso de um tipo de energia involutiva no caminho de retorno. Cosmicamente falando, ela se manifesta como a força atrativa entre o espírito e a matéria; espiritualmente falando, ela é demonstrada como a atividade da alma, ao procurar levar o ser inferior à plena realização. Fisicamente falando, é o impulso que tende a unir o macho e a fêmea com o propósito da procriação. Quando o homem era puramente animal, não havia pecado envolvido. Quando a este impulso foi acrescentado o desejo emocional, então o pecado se instalou e o propósito pelo qual o impulso se manifestava foi pervertido para o da satisfação do desejo. Agora que a raça é mais mental e a força da mente está se fazendo sentir no corpo humano, uma situação ainda mais séria se apresenta, que somente poderá ser resolvida seguramente quando a alma assumir o controle de seu instrumento tríplice. (Um Tratado Sobre Magia Branca, pág. 242)

3) - Nós vivemos num mundo de formas. Estas formas são constituídas de vidas e estas vidas têm sua própria influência emanadora e contribuinte. Elas se enquadram, por sua vez, em três grupos principais:

a) Aquelas emanações que, nascendo das próprias células e dependente de sua qualidade, produzem um bom ou mau efeito, se embrutecem ou se refinam em sua influência e elevam ou rebaixam vibração física do corpo celular unido. Assim, como nós bem sabemos, o efeito físico de um homem com uma natureza animal bruta e grosseira será diferente dos resultados embelezadores e refinadores do contato com uma alma mais velha, funcionando num corpo limpo, disciplinado, aculturado e purificado.

b) Aquelas emanações, de uma espécie puramente física, que são responsáveis pela afinidade química entre dois corpos animais, que produz a atração dos sexos. É um aspecto do magnetismo animal e é a resposta das células ao chamado de outras células, agindo sob a Lei da Atração e Repulsão. Ele é compartilhado pelo homem com os animais e é instintivo e livre de todas as reações mentais.

c) Aquelas forças ou emanações, que são a resposta das células aos ritmos harmoniosos e por isso dependentes da circunstância de ter uma célula em si mesma, algo daquilo a que ela responde. Estas emanações são ainda pouco compreendidas mas se manifestarão à medida que a raça progrida. Este tipo de força é aquela coisa misteriosa que permite que o corpo físico identifique como harmonioso ou afim um ambiente ou circunstância física, por exemplo. É aquela indefinível reação que faz com que dois seres humanos (fora de toda atração sexual, pois pessoas do mesmo sexo a experimentam uma em relação à outra) tenham um efeito físico harmônico recíproco. Esta é, no plano externo, a base esotérica para toda relação grupal e é a compreensão destas emanações que capacita o isolamento e a segregação de raças a continuar existindo sob o grande plano evolutivo. (Idem, pág. 282)

4) - A relação entre os corpos físicos masculino e feminino, chamada pelo homem, a relação sexual e considerada de tão fundamental importância neste tempo. No vale da ilusão, o símbolo muitas vezes ocupa a atenção e aquilo que ele representa é esquecido. Na solução deste relacionamento virá a iniciação racial e é com isto que a humanidade está agora ocupada. (Idem, pág. 86)

5) - O instinto do sexo tem sua principal raiz no medo da separatividade e do isolamento e numa revolta contra a unidade separativa no plano físico, contra a solidão; e resultou no desenvolvimento da raça e na conservação e propagação das formas através das quais a raça vem à manifestação. (Idem, pág. 626)

6) - O instinto sexual elaborou e encontrou sua consumação lógica no relacionamento – conscientemente realizado – da alma e do corpo. Esta é a nota chave do misticismo e da religião, que é hoje, como sempre, a expressão da Lei da Atração, não como ela se expressa através do casamento do plano físico, mas da maneira como encontra sua consumação (para o homem) no casamento sublime realizado com o intento consciente entra a alma positiva e a forma negativa e receptiva. (Idem, pág. 628)

Integração Subjetiva. Corretas Relações Humanas

Ensinamentos do Mestre Djwhal Khul (O Tibetano) e Alice Bailey

27.3.09

A Poluição


Jayme Treiger
Para que a poluição venha a ser vencida, uma mudança no nível de consciência é necessária. Embora seja ainda muito difícil, essa mudança se impõe. Um modelo é oferecido: trabalhar um tanto para o interior - o que sempre repercute no ambiente - e um tanto no exterior.
Emanações venenosas não somente infectam o homem mas também são precipitadas sobre os objetos vizinhos. Com isso, tais sedimentos só com grande dificuldade são erradicados. Eles podem até acompanhar os objetos por longas distâncias e, com o tempo, as pessoas distinguirão a aura de tais objetos infectados. Por enquanto, os indivíduos sensitivos podem sentir em si mesmos a ação de tais estratificações. Também os equipamentos que registram o "efeito Kirlian" já começam a permitir tais registros objetivamente. Outros virão, a curto prazo.
Os bons pensamentos serão o melhor purificador dos arredores. Para MORYA, "a afirmação das mensagens do Bem será ainda mais forte do que os incensos purificadores, pelo que, mesmo em meio à vida diária, é possível criar aquilo que é do bem: cada envio deste tipo é como um raio purificador".
Também está ensinado que a habilidade e a rapidez do pensamento podem ser desenvolvidas pelo exercício constante" e que "não devemos alimentar dúvidas quanto ao que fazer nos momentos entre os labores, pois cada partícula de tempo pode ser usada para comunhão superior".
Enquanto houver predominância de focalização da consciência no plano da natureza emocional, haverá uma tendência à satisfação dos desejos e isso aumentará cada vez mais as contradições sociais de nosso tempo. A elevação do nível de consciência é, pois, uma tarefa interna; também devemos, internamente, desenvolver a introspecção e a discriminação a fim de identificarmos as distorções que possam estar presentes em nossos motivos; enquanto que, externamente, devemos trabalhar em favor das correções que puderem ser diagnosticadas.
Externamente, um dos caminhos que vêm sendo apontados é, por exemplo, o do deslocamento das populações, de modo a inverter a atual tendência de se acentuarem as aglomerações urbanas, no que a urbanização das favelas é medida de largo alcance social mas não traz a solução ao problema. Mais importante seria a construção de cidades de pequeno e médio porte, integradas nas zonas rurais, de modo a servirem de tampão para os centros urbanos maiores. Hoje em dia, com a facilidade de transportes e com o desenvolvimento de grandes redes de empórios comerciais isto não é absurdo e já pode ser visto em vários países - onde, contudo, e certamente, o sistema agrário não é mais o feudal.
A experiência chinesa deveria servir de tema de meditação para os nossos governantes: lá, cerca de 700 milhões de habitantes vivem nas comunidades rurais e somente 250 milhões nos grandes centros urbanos. Para tanto, foi idealizado todo um sistema de tecnologias simplificadas, de modo que as soluções dos pequenos problemas da vida diária podem ser achadas na própria pequena comunidade, o que dispensa o cidadão de ter de se deslocar para os grandes centros para resolver assuntos rotineiros. Isto se aplica tanto à medicina como à engenharia, à veterinária, à enfermagem ou outros campos profissionais.
É verdade que lá, além do problema da fome, havia outras motivações gerando a preocupação de tornar cada comuna tão auto-suficiente quanto possível. No caso brasileiro, o êxito de tal programa envolveria, na pior das hipóteses, a redução da violência urbana, pois ensejaria condições de vida mais digna para muitos milhões hoje reduzidos à condição de párias e cujo conceito de valor foi reduzido ao mínimo e para quem a vida própria ou alheia, já deixou de ter muito sentido.
A Inglaterra realiza uma experiência muito interessante, além de corajosa: a cidade de Glasgow reunia cerca de 1,6 milhões de pessoas, em condições sanitárias e psicossociais progressivamente degeneradas. O governo daquele país resolveu construir quatro cidades, uma em cada ponto cardeal, planejadas para até 200.000 habitantes, cada, com o propósito de reduzir à metade a população original de Glasgow, prevendo-se a demolição das partes piores e a reconquista de espaços abertos, saneados. Medida semelhante foi tomada em Capetown, com relação a um bairro que se tornou um pólo de concentração de graves problemas sociais.
Algo do gênero deveria ser pensado entre nós, sem a preocupação com a demagogia eleitoreira ou para atender a espásticos impulsos emocionais em momentos de tragédias que a maioria pode prever, bastando examinar como são desrespeitadas as posturas constantes dos códigos de obras.
Aliás, no Brasil uma tentativa foi feita: a das agrovilas da Transamazônica. A idéia foi boa, o lugar é que não, porque a área foi escolhida sem ser antecedida de uma observação sobre a demanda espontânea. O eixo Belém-Brasília ou a estrada de Porto Velho a Cuiabá talvez pudessem ter sido utilizadas com resultado melhor.
No lado oposto - isto é, partindo não da administração política e sim do idealismo, se acham as pequenas comunidades que estão sendo organizadas por jovens ecologistas. Na maior parte das vezes não estão indo bem, quer pela inexperiência, quer até pela hostilidade de seus vizinhos - e sempre por falha de infra-estrutura. Repetem os erros que já haviam sido assinalados por um precursor, o Dr. Albert Wolff, um médico alemão que viveu entre nós e de cuja intimidade privei.
Este médico, viajando pelo Brasil em torno de 1930, vislumbrou as imensas possibilidades que o país oferecia. Voltou, pois, ao seu país de origem e tentou convencer as autoridades do mesmo, a propor ao governo brasileiro um plano de ocupação racional do planalto goiano. Naquele tempo, ainda ninguém, salvo pela extraordinária visão de D. Bosco, antevia a existência de Brasília.
As propostas de Wolft não encontraram eco: já então, os dirigentes de sua pátria estavam com as atenções dirigidas para o trigo da Ucrânia. Impedido de prosseguir em seus esforços devido à guerra, tão logo terminou o conflito voltou a difundir suas idéias, mas enquanto observava que em uns nem os sofrimentos decorrentes da estada em campos de concentração haviam sido suficientes para promover transformações profundas de consciência, em outros - a grande maioria - predominava, em escala crescente, a obsessão fatalista de uma futura terceira guerra mundial que, no entender deles, tornaria inútil qualquer planejamento prospectivo; em conseqüência, voltavam-se para a procura incessante, e por vezes desenfreada, dos prazeres (hoje aliás muito mais acentuada). Isto levou-o a abandonar a Europa por volta de 1950, voltando ao Brasil, onde veio a falecer pouco depois, sempre preocupado com o estabelecimento de uma "Escola da Vida", núcleo para um novo tipo de estruturação social, capaz de antecipar respostas às perguntas que fatalmente surgiriam em meio às contradições, cada vez maiores, verdadeiramente caóticas, em que o após guerra nos vinha lançando, já naquela época.
Preconizava, antes de mais nada, uma mudança interior, uma busca de novos horizontes espirituais; além disso propôs ensaios para uma reestruturação social, através do estímulo para a formação de comunidades rurais, onde atividades artesanais pudessem ser desenvolvidas simultaneamente com as atividades agrícolas, de modo a tornar as comunidades, tanto quanto possível, auto-suficientes, tais como os "kibutzim" de criação israelense. Amigo de refugiados hindus colaboradores de Gandhi, certamente aproveitava a experiência que os mesmos viveram, nos "ashrams" por ele organizados.
Seu trabalho, que não chegou a ser publicado, fazia neste sentido uma exortação à juventude brasileira e não deixa de ser uma antecipação do que começa a ocorrer entre nós. A experiência já revelava a necessidade de se armar uma adequada infra-estrutura para garantir a sobrevivência de participantes daquelas comunidades, pois todas as experiências então tentadas, fracassavam pela imprevisão e pelo mau planejamento.
Seria bom se nossos governantes pudessem olhar para o assunto com simpatia. Também nossos empresários. Mas em lugar de uma comunidade se instalar para depois tentar sobreviver, o caminho oposto é que deveria ser tentado: por exemplo, a integração entre uma agrovila e uma indústria, de modo a garantir a absorção de uma determinada linha de produção da agrovila, pela indústria ou pelo comércio próximo.
D. Khul antecipou que, depois do grande fluxo de urbanização, ocorreria o refluxo. Se isto puder ser feito de maneira ordenada e programada, será muito melhor.
Lembro aqui TOYNBEE: em artigo publicado em "The Observer", de Londres, há alguns anos, sob o título "Depois da Era da Prosperidade", também previu que nas regiões desenvolvidas o crescimento ia cessar. "Mais ainda", escreveu, "o crescimento econômico contínuo será substituído pela crise econômica contínua" e isso porque os nativos não mais aceitam ser servos de ninguém e, de outro lado, porque os recursos naturais vêm sendo impiedosamente devastados. A questão do petróleo, sob seus vários ângulos, ilustra muito bem o problema: ela detonou um processo que já estava em curso, fez um tumor vir a furo.
A tese fundamental do Estudo de história de Toynbee é que o declínio das grandes civilizações não é mau em si, pois dá lugar ao nascimento das grandes religiões.
A solução que propõe - e aqui acompanha MORYA - é que o mundo desenvolvido reveja seus pressupostos éticos e econômicos.
Não havendo como dissociar a crise social da crise individual, devemos ir em busca de novos valores que substituam os que foram perdidos ou que se tornaram vazios e obsoletos e concentrar nossas energias nos caminhos futuros, aqueles que emerjam do conflito atual.
No contato do cotidiano ouço, sistematicamente, queixas relativas ao egoísmo, à separatividade e ao isolamento existentes na sociedade atual. Entretanto, no desenvolvimento das entrevistas, observo o quanto os pacientes estão ávidos de se comunicarem com o próximo; o quanto desejam viver uma vida melhor, com maior colorido humano; o quanto abominam a violência, a poluição, a correria inútil em busca das coisas que não valem. A maior queixa é a de como estamos manietados e escravizados a um sistema de vida que a todos ameaça destruir.
É imenso o número daqueles que se indagam sobre que foi feito deste mundo em que vivemos. Assim como esse momento tem chegado para muitos, individualmente, é possível admitir que para a humanidade como um todo, também chegue a hora em que, nas assembléias mundiais, os representantes das nações também começem a repetir a indagação de Gandhi: "que fizemos nós?".
THOMAS, em 1909, já interpretava a crise como "uma ameaça, um desafio, uma intensificação sobre a atenção, um chamado para uma nova ação". TYHURST, em 1958, considerava as reações de sofrimento como "estados de transição", "circunstâncias representando mudanças significativas, muitas vezes súbitas e intensas, nas situações de vida dos indivíduos".
Sob esse ângulo, a crise é uma parte normal do desenvolvimento humano. Por exemplo, nem sempre podemos atender com a urgência que se faria necessária, um paciente em estado de ansiedade aguda: muitas vezes a demora resulta benéfica, pois dá tempo ao doente para reagir e vencer a crise por si mesmo.
ORTEGA Y GASSET considerou a crise como uma transição muito brusca que não deve ser considerada como uma decadência e sim, um salto, uma mutação: a plasticidade então observada favorece o tratamento porque o paciente está em busca de resposta e já rompeu com os velhos hábitos, o que reduz a resistência às mudanças. É claro que, nesse momento, cresce a responsabilidade do terapeuta, cujo erro de atuação pode prolongar a crise.
Há, pois, um choque entre a velha natureza e a nova que se oferece; as modificações rompem as velhas relações, tornam obsoletos os antigos padrões e deixam o indivíduo momentaneamente no caos, inseguro quanto ao novo rumo a tomar. A Crise, pois, não é uma decadência, muito pelo contrário, ela representa um momento muito favorável para as grandes mudanças e, quem sabe, talvez quanto maior a crise, mais favorável a circunstância para a mudança, por representar um período de ruptura com o antigo. Nós sabemos que o homem se apóia nos seus velhos hábitos, nas suas velhas tendências, porque estas lhe oferecem uma base de sustentação, um ponto de apoio para as suas concepções e para o desenvolvimento das suas atividades do dia. Um homem assim assentado não se propõe a reformas, ele apenas se modifica quanto instado pelas circunstâncias e desde que de uma maneira muito convincente.
É interessante, para quem quiser ver uma descrição bastante objetiva deste processo, a leitura de BHAGAVAD GITA, um dos livros épicos da Índia, comparável, no Oriente, pela influência e pelo sentido, ao próprio Evangelho no Ocidente. Ali se pode verificar a descrição de como Arjuna lamentava a derrota iminente dos velhos generais que o serviam, em detrimento dos novos que chegavam para combatê-los. "Os velhos", dizia ele, "são meus amigos" - mas eles correspondiam a hábitos já ultrapassados.
Havia coisas velhas que precisavam ser mudadas e quem devia fazer a mudança eram exatamente os novos exércitos que, na linguagem típica da literatura hindu, simbolicamente se aprestavam para entrar em combate e derrotar os generais da velha natureza.
A dúvida de Arjuna em deixar morrer seus velhos generais os velhos hábitos - prestes a serem derrotados pelos novos generais - as novas qualidades nascentes - ajuda-nos a compreender o momento histórico de nossa mudança.
Muitos já começaram a perceber que "nem tudo que reluz é ouro" e que a necessidade de consumir foi uma deturpação de um propósito mais elevado, o de produzir para o bem-estar de toda a humanidade. Parece que já ninguém se lembra de que, ao ocorrer a Revolução Industrial do século passado, a palavra de ordem era a de que, a partir de então, a humanidade conheceria a felicidade, com os bens de consumo postos ao alcance de todos.
É tempo, pois, de o homem deixar de testemunhar sua própria loucura. Embora já se vislumbrem os primeiros estertores do fim desta era, ainda são estimulados o desperdício e o espírito predatório, levando ao abandono do que mal foi começado, independentemente do custo do sacrifício ecológico. Na fase caótica que atravessamos, o espírito parece ter adormecido, a ponto das manifestações e petrificações da terra alcançarem limites extremos: o aparecimento dos desertos, cumpre ressaltar, sempre caracterizou o começo da selvageria. São necessárias, pois, medidas extremas para que o espírito torne a despertar. É o que diz Morya.
As próprias conquistas tecnológicas, à custa das quais chegamos aos impasses, terão de ser utilizadas construtivamente: elas, e o progresso no conhecimento das coisas, trouxeram à humanidade um novo encargo: tudo indica que Deus deixou a terra entregue aos homens e que a nós próprios caberá decidir se iremos fazer dela uma nova lua, reduzida a desertos estéreis, ou a transformaremos num imenso jardim, onde venha a florescer uma nova civilização de ouro.
Não falemos da humanidade como uma abstração e com aquele desdém que leve a parecer que dela estejamos excluídos: todos fazemos parte dela; a humanidade, somos todos nós. Quem, de nós, não descende dos homens do século XV? E a quem, se não a nós mesmos, se referirão os historiadores do vigésimo quinto século, ao fazerem a crônica do tempo atual? Assim como comemoramos a glória da arte grega e nos apoiamos no Direito Romano; assim como a Magna Carta do século XIII abriu o caminho para a Declaração dos Direitos Humanos do século XX, é de se esperar que, superada a fase caótica atual, decorrente da crescente crise social e econômica, cheguemos a um novo tempo em que, despertando do torpor gerado pela fascinação a que esteve submetida, a humanidade, tal como a bela adormecida da história, se livre do encantamento da fada má, e busque novos caminhos. Estes novos caminhos deverão ter como marcos o abandono da quantidade pela qualidade e a transformação da sociedade de consumo em uma sociedade de serviço, baseada, não mais na satisfação dos desejos mas sim, na compreensão da necessidade da coparticipação.
Ao que tudo indica, tais novos caminhos terão que ser escolhidos sem o apelo a líderes carismáticos: as circunstâncias que muitos dos mais recentes líderes mundiais têm enfrentado, demonstram a fragilidade deste tipo de liderança. Em seu lugar, deverão surgir grupos de indivíduos dedicados ao serviço, disseminados pelo mundo inteiro, caracterizados pela impessoalidade de suas ações, pelo anonimato, pela capacidade do auto-sacrifício consciente e pela compreensão das responsabilidades recíprocas de todos os seres humanos.
Poderá isso parecer uma visão romântica: Na verdade não tenho pendores, nem para visionário romântico, nem para anunciador de tragédias. Entretanto, todos sabemos que "o planeta está doente e que a condição da terra exige um médico extraordinário".
Conheço muitos cujo procedimento já guarda as características necessárias ao momento atual; se não são melhor conhecidos, é precisamente pela característica da impessoalidade de suas ações. Eles não se detêm diante de uma oposição inicial às suas idéias: sabem que toda inovação se choca com a tendência conservadora de nossa própria natureza inferior e que as grandes mudanças nos rumos da humanidade tiveram origem, freqüentemente, num só indivíduo ou num pequeno grupo, cujos ideais foram, na maioria das vezes, rejeitados pelos homens da época; por isso prosseguem, impulsionados por suas almas esclarecidas, respondendo mais aos estímulos internos do que às solicitações externas, alimentando, com a energia do próprio pensamento, os ideais ou princípios que lhes parecem justos e acertados. Prosseguem, pacientemente, nesse trabalho invisível, enquanto aguardam que a maioria da humanidade se esclareça e se transforme.
Sem dúvida, para esse modo de proceder é preciso ter muita coragem. Mas, "é precisamente nos dias de doença grave do planeta que é necessário estar cheio de coragem. O momento é muito grave e, portanto, é necessário intensificar toda a coragem".
Cumpre a nós mesmos, pois, com a experiência já acumulada através das lições vividas, assimilar o que a história de nossas passadas civilizações registrou e decidir como deverão ser escritos os próximos capítulos. Para que haja uma participação intensiva de muitos, na construção dessa nova Sociedade, devemos ensinar como utilizar, corretamente, a faculdade de pensar e elaborar os instrumentos que possibilitem trilhar um caminho mais promissor, mais construtivo, mais inclusivo - um caminho reto, para usar a expressão do Buda.
O tempo atual não deve, pois, ser encarado com pessimismo nem desânimo mas sim, como um desafio ao engenho humano: tudo que tem sido destruído ou dissolvido pertence às velhas estruturas e representa antigos valores - é preciso ter presente que "nada é destruído sem um propósito". Neste particular, é óbvio que a natureza tem sido sacrificada, mas ainda pode ser salva.
O quadro atual não é obstáculo definitivo à instalação de novos padrões. O que não convém é permanecermos na inércia da crítica e das lamentações, sem procurarmos definir a linha de ação própria para o novo tempo e sem preencher os claros que vão ocorrendo pela dissolução dos velhos padrões. Pelo contrário, a época de crise favorece as mudanças. Nela, como disse, as pessoas se mostram mais maleáveis, mais flexíveis, mais receptivas.
Como nossa sociedade evolui dentro de um processo altamente dinâmico, pode ser que mesmo os impasses como os com que hoje nos defrontamos abram caminho para as soluções dos problemas aparentemente insolúveis, ainda que à custa dos choques entre tendências. Por exemplo, quem, em 1939, diria que a Alemanha e a França viriam a ser os dois grandes artífices do Mercado Comum Europeu e do Parlamento Europeu? Ou que tão pouco tempo após a guerra do Yom Kippur os judeus dançariam nas ruas de Jerusalém para festejar a visita de Sadat? O provérbio diz bem que: "Deus escreve certo por linhas tortas".
Mesmo não sendo possível mudar subitamente os costumes, podemos aproveitar todas as oportunidades para postularmos a necessidade do estabelecimento de novos valores, representativos de uma nova ética, mundial.
Por esta nova ética, soluções mais razoáveis deverão ser buscadas para os problemas da humanidade. Como esses problemas se expandiram para uma escala mundial, os postulados dessa nova ética terão de ser igualmente mais abrangentes e deverão apoiar-se numa cultura mundial e não provinciana, pois os tolos preconceitos, as conceituações personalistas, as soluções egoístas, não poderão conservar-se indefinidamente; a maneira de viver terá de se simplificar de modo a se buscar o realmente essencial, e, acima de tudo, o homem terá de integrar-se à natureza, voltando a respeitar suas leis e seus ritmos, harmonizando-se com a moldura do seu ambiente em vez de tentar destruí-lo desordenadamente.
Deliberadamente interpolei aspectos éticos e sociais. A sabedoria popular nos ensina que o ferreiro "dá uma no cravo, outra na ferradura". Meu empenho, ao escrever estas páginas, é exortar cada um à combatividade e a vencer a inércia decorrente da sensação de incapacidade diante do que parece ser insolúvel.
Procuremos agir, mas não somente entre os labores, trabalhemos dentro e fora de nós mesmos, durante a vida inteira, para restaurar os aspectos da vida que estão sob nosso direto controle ou influência. Ofereçamos aos nossos semelhantes um novo modelo de comportamento, o do nosso próprio, redirecionado. Mas não consideremos como semelhantes somente os nossos vizinhos; semelhantes são todos aqueles que compõem a humanidade. Enviemos nossos pensamentos, até lá onde não pudermos atuar diretamente; e, como sinto que podemos fazer algo mais, sejamos como instrumentos deste princípio chamado "Vida", de modo que ele possa jorrar sobre nós próprios e derramando-se para todos os lados, vitalizando nosso ambiente, purificando nossa atmosfera e limpando e curando nosso planeta.
Lembremo-nos de que "Aquele que convoca para uma melhor qualidade, já está no caminho" e que, como propõe MORYA, "o monstruoso é o belo distorcido". Assim corrigindo-se os motivos, a beleza ressurgirá no monstruoso.
Não é necessário mudar o sistema político para encontrar a racional idade das ações administrativas.
A difícil tarefa com que nos defrontamos é, precisamente, a de retomar os controles perdidos.
O ritmo, diz DJWHAL KHUL, "pode ser expresso como aquele movimento cadenciado que, automaticamente, leva aqueles que o empregam ao alinhamento com certas forças da Natureza. E aquela ação dirigida, seguida em uníssono por um grupo de pessoas, que resulta em certos alinhamentos e efeitos sobre um dos corpos ou sobre todos".
Os marcos referenciais que deverão ser buscados para a retomada dos controles perdidos terão de ser, agora, os internos, já que os externos foram perdidos.
Os navegantes dos espaços externos aprenderam, desde há muitos séculos, a se orientarem pelos astros; o navegante dos espaços internos tem de aprender a se orientar ouvindo o som da voz interna - o som da própria alma. (do livro "Restauração da Qualidade da Vida" - 1982)

Sinto muito por estragar a festa, mas uma era glacial está chegando.


Phil Chapman
A mais assustadora foto que vi na Internet está no endereço www.spaceweather.com, onde você pode encontrar imagem do Sol em tempo real a partir do Solar and Heliospheric Observatory, que se localiza no espaço profundo num ponto de equilíbrio gravitacional entre o Sol e a Terra.
O que há de assustador nesta imagem é que há apenas uma diminuta mancha solar.
Perturbador é como deve ser para os fieis seguidores do aquecimento global. A temperatura média na Terra ficou estável ou declinou moderadamente durante a década passada, a despeito do contínuo aumento da concentração do dióxido de carbono na atmosfera; e agora a temperatura global está caindo precipitadamente.
Todas as quatro agências que rastreiam a temperatura da Terra (the Hadley Climate Research Unit in Britain, the NASA Goddard Institute for Space Studies in New York, the Christy group at the University of Alabama, and Remote Sensing Systems Inc in California) reportam que ela esfriou cerca de 0.7 graus centígrados em 2007. Esta é a mais rápida mudança de temperatura registrada e ela nos coloca de volta onde estávamos em 1930. Se não houver uma rápida recuperação da temperatura, teremos que concluir que o aquecimento global acabou.
Há também um monte de esquisitices evidenciando que 2007 foi excepcionalmente frio. Nevou em Bagdá pela primeira vez em séculos, o inverno na China foi simplesmente terrível e a extensão do gelado mar Antártico no inverno austral foi o maior já registrado desde que James Cook descobriu o local em 1770.
Em geral não é possível tirar conclusões sobre tendências climáticas apenas sobre um único ano, portanto eu desprezarei este período de frio como transitório, aguardando o que irá acontecer nos próximos poucos anos.
É aqui onde entra o SOHO (Solar and Heliospheric Observatory). O número de manchas solares segue um ciclo variável de intervalo de tempo calculado em 11 anos. O mais recente nível mínimo foi em Março do ano passado. O novo ciclo, n. 24, estava para começar logo após ele, com um gradual aumento do número de manchas solares.
Isso não aconteceu. A primeira mancha solar apareceu em Janeiro deste ano e a última somente há dois dias (21.4.08). Uma pequena mancha apareceu na última Segunda-Feira (14.4.08), mas desapareceu em 24 horas. Outra pequena mancha apareceu nesta Segunda-Feira. Rezo para que apareçam muitas outras, e já.
A razão deste assunto é que existe uma íntima correlação entre modificações no ciclo de manchas solares e o clima na Terra. A temporada de modificação anterior de um ciclo retardado como o atual foi no Dalton Minimum, um período especialmente frio que perdurou por várias décadas a partir de 1790.
O inverno no Hemisfério Norte tornou-se feroz: em particular, a debandada do Grande Exército de Napoleão durante a retirada de Moscou em 1812 foi no mínimo, de certa forma, devido à ausência de manchas solares.
O rápido declínio da temperatura em 2007 coincide com a falha do ciclo n. 24 e a programação do seu começo não é somente prova de uma conexão causal, mas é causa de inquietação e preocupação.
É hora de pôr de lado o dogma do aquecimento global para pelo menos começar a eventualidade do planejamento sobre o que fazer se estivermos caminhando para outra pequena era glacial, como a última de 1100 a 1850.
Não há dúvidas que a próxima pequena era glacial deverá ser muito pior que a anterior e muito mais prejudicial do que qualquer aquecimento pode ser. Há muito mais pessoas agora e nos tornamos dependentes de umas poucas áreas agrícolas temperadas, especialmente nos Estados Unidos e no Canadá. O aquecimento global aumentaria a produção agrícola, mas o esfriamento global a diminuiria.
Milhões morrerão de fome se não fizermos nada para nos preparar para ela (como por exemplo, planejar mudanças na agricultura para compensar), e milhões mais morrerão de doenças relacionadas com o frio.
Há também outra possibilidade, remota mas muito séria. O núcleo de gelo da Groelândia e da Antártica, e outras evidências, mostram que por muitos milhares de anos no passado, rigorosas glaciações têm quase sempre afligido o nosso planeta.
A triste verdade é que, sob condições normais, a maior parte da América do Norte e da Europa é soterrada por uma camada de cerca de 1.5km de gelo. Este extremo clima glacial é interrompido ocasionalmente por breves aquecimentos inter-glaciais, principalmente durante os últimos 10.000 anos.
O período inter-glacial que estamos desfrutando durante a história humana documentada, conhecida como Holoceno, começou há 11.000 anos atrás, portanto o frio intenso está atrasado. Também sabemos que glaciação pode ocorrer rapidamente: o declínio esperado na temperatura global é de cerca de 12C e pode acontecer em 20 anos.
A próxima descida para a idade de gelo é inevitável, mas pode não acontecer por outros 1000 anos. Por outro lado, deve ser notado que o esfriamento em 2007 foi até mais rápido que uma mudança glacial típica. Se ela continuar por 20 anos, a temperatura será 14C mais fria em 2027.
Até então, a maioria das nações avançadas terão cessado de existir, desaparecidas sob o gelo, e o resto do mundo estará frente a frente com uma catástrofe inimaginável.
A Austrália poderá escapar da total aniquilação, mas certamente será invadida por milhões de refugiados. Tão logo a glaciação comece, ela durará 1000 séculos, um incompreensível intervalo de tempo.
Se a era glacial está chagando, há uma pequena chance para nos prevenir ou pelo menos retardar a transição, se estivermos preparados para agir rapidamente em larga e adequada escala.
Por exemplo: podemos reunir todas as escavadeiras do mundo e usá-las para sujar a neve no Canadá e na Sibéria na esperança de reduzir a refletância e assim absorver mais calor do Sol.
Podemos também estar preparados para fazer enormes inundações de metano (um potente gás estufa) hidratado sob a camada congelada do Ártico e na plataforma continental, talvez usando armas nucleares para desestabilizar os depósitos.
Não podemos realmente saber, mas minha hipótese é que as probabilidades são pelo menos 50-50 para vermos antes significativo resfriamento do que aquecimento nas próximas décadas.
A probabilidade de que estamos testemunhando o começo de uma real era glacial é muito pequena, talvez uma em 500, mas não totalmente desprezível.
Todas essas encorajadoras ações para frear o aquecimento global precisam diminuir o pisca-pisca e pensarmos um pouco sobre que devemos fazer se estivermos, ao contrário, diante de um resfriamento global.
É difícil para as pessoas encarar a verdade quando suas reputações, carreiras, subvenções governamentais ou expectativa de mudança social dependem do aquecimento global, mas o destino da civilização pode estar em jogo.
São famosas as palavras de Oliver Cromwell, “Eu imploro a você, pelas entranhas de Cristo, pense poder ser possível você estar enganado.”
Phil Chapman é geofísico e engenheiro astronauta, mora em São Francisco, USA. Ele foi o primeiro australiano a tornar-se astronauta da NASA.http://www.theaustralian.news.com.au/story/0,25197,23583376-7583,00.html

27.12.08

SÓ QUANDO A MENTE É LIVRE



Em qualquer nível da realidade que seja,todos os sistemas de crenças,pensamentos,sentimentos e imagens discordantes.Devem ser extintos.Seja no nivel conciente,subconciente,inconciente ou infraconciente.Para que eles não possam mais criar para vocês uma realidade desfavorável.Não importa o que esteja acontecendo no mundo a sua volta,não importa coisa alguma que alquem esteja fazendo.Que vôces possam transformar-se,instantaneamente,aniquilando toda e qualquer pressão discordante. Em geral vivemos de idéias,nossas mentes são obtusas.Só quando a mente é livre pode haver a compreensão da verdade.A liberdade só é possível quando há um percebimento completo,tranquilo,de tudo o que se passa em redor e dentro de nós.Só quando a mente está tranquila vem a regeneração.A experiência da realidade não é questão de crença.Só quando a mente é livre vem a criação.Vôces todos poderão limpar suas emoções e aprender a parar de matar,com muito mais facilidade se começarem a compartilhar uns com os outros.A privacidade foi erradicada quando seu caos interior começou a encher a televisão dia após dia com seus dramas existenciais.As questões que se apresentam em nossa mente são coletivas. Podemos ou não perceber que milhões de outras pessoas estão processando os mesmos pensamentos.Quando vôce é capaz de imaginar que as coisas materiais são na verdade luz visível,sua mente pode se abrir.A contra inteligência deseja retardar a compreensão pública dessas frequências vibratórias portanto tempo quanto for possível.Empregar a alma para engordar o corpo,já é grande loucura;porém,matar sua alma e seu corpo para deixar,um dia uma grande fortuna para um jovem idiota que a lançará ás mãos cheias no regaço banal da primeira cortesã que se apresenta,não é o cúmulo da demência? E eis aí o que fazem os homens sérios,que tratam os filósofos e poetas de sonhadores.Os homens mal equilibrados são imãs desregrados ou excessivos que a natureza equilibra uns pelos outros,até que a falta parcial de equilíbrio tenha produzido a destruição.Aquele que leva o conhecimento do futuro pode,ousadamente andar até sobre pedras instáveis.O êxito vem quando é possível partir para um caminho novo.Corajosamente,caminhai para a luz!
AMERIKHAN

AMADOS HABITANTES DESTE LINDO PLANETA AZUL




Liberem o seu poder pessoal,livrem-se de todo contrôle hipnótico,rompam as cortinas da ilusão que lhes barram o caminho.Impostas pela midía.Liberem o seu sentimento interno,e removam do seu corpo mental e do seu mundo de sentimento,tudo que não permita a mentalidade clara e alerta,do seu corpo mental superior! Enfim,veja este mundo como ele realmente é.Permaneça desperto,sabendo o tempo todo,que a imperfeição que vês não é real,não tem poder.Forjemos coragem,vontade e conhecimento.Queimem todas as suas acumulações psíquicas.Todas as suas criações humanas.
Para que não sintas mais que a realidade é esta ilusão em que vives.Conserve a sua mente livre de todos os conceitos humanos! De todas as idéias humanas e de todas as crenças humanas.Fiquem livres de todo sentimento humano! E de tudo que é humano! A tarefa comum é o bem estar geral.Fiquem imunes a essa atmosfera hipnótica,fiquem livres de toda ilusão,de toda oposição,e de toda obstrução.Para que possam sentir e recebam toda a orientação e direção Divina.Na verdade,sem realização espiritual não há caminho.Que este mundo se mostre para vôces,inteiramente como ele realmente é.Acordem fiquem completamente imunizados,do pensamento e sentimento de massa,que escraviza o conglomerado humano.Removam todos os sentimentos de incerteza,desencorajamento e caos de suas vidas,a prequiça e a ignorância dormem no mesmo berço.Para que sintam de novo o jeito divino de fazer as coisas,no menor tempo possivel e de um modo que lhes permitão fazer surgir a eterna e invencível,perfeição por toda parte.Se vôce estiver unificado em seu coração,a vida é um tempo para procurar outros seres para amar.O amor puro e grande faz nascer a nobreza de espírito que pode regenerar o homem.Aniquilando toda a sua criação humana,toda energia intrusa e toda força destrutiva,para que não haja mais nada dentro do seu mundo de sentimento.Que possa usar a energia de sua vida,contra vôces.Eu repito"A Despreocupação do mundo é criminosa" Será que eles não notam o perigo? E acorde de uma vez por todas,para fora,desse sonho humano,de todas as crenças humanas,subserviência humana,limites humanos,leis humanas,sugestões humanas,e sentimentos humanos.Mas não existe tranca,que possa privar,o coração da conquista espiritual.Há um convite para cada novo degrau.A dureza do coração é a sua morte,corações mortos enchem o mundo com decomposição.As trevas são infecciosas,mas a luz é atrativa,nas coisas do mundo que ainda temos de realizar.Aceite a ação interna da luz da vida,a consciência da compreensão interior,e os magnificentes poderes da vida.O teu instrumento de pura beleza,para sustentá-los,e impedir que as forças destrutivas possam malqualificá-los,distorcê-los ou destrui-los, Todos como um só,mas cada um contribuindo com suas capacidades.Somente num largo vôo podem o pó e o entulho da decadência se soltar. O grande fogo tudo dá,tudo purifica e nada exige.
AMERIKHAN

A SABEDORIA ESTELAR



A vida na superfície descende da vida no interior da terra.
Esse é o caminho além da insanidade.
Sim nós humanos somos os circuladores escolhidos da inspiração Divina.
Pessoas demais na terra estão á espera do retorno dos Deuses.
Não estamos nos preoucupando com nossa própria dimensão.
O poder descerá sobre todas as pessoas,pois sem ele ninguém pode permanecer de pé.
A revolução da Mecânica Quântica que começou por volta de 1900.
É na verdade o início científico da Era de Aguário,pois está será uma era de exploração de frequências e vibrações.A criatividade bloqueada sempre torna as pessoas violentas;em vez de obras de arte,temos cadáveres.
A ciência espiritual pensa nas galáxias como seres vivos conscientes que habitam e estruturam o Universo,assim como habitamos a terra.
A sabedoria estelar é a ponte primordial para as dimensões Superiores.As leis da harmonia são ciência espiritual,que é maior que a ciência materialística.Não estamos perdidos ou abandonados,estamos simplesmente despertando.
Se vôce estiver unificado em seu coração,a vida é um tempo para procurar outros seres para amar.As frequências são a base de tudo.Na origem é que está o comando verdadeiro. A luz da origem de tudo.A luz que domina tudo.A luz que veio consertar tudo.A luz que sempre foi falada,mas nunca vista e nunca encontrada.A luz Divina.E assim,vejam a grande magnitude do verdadeiro conhecimento dos seres e do verdadeiro conhecimento de tudo,o porque de tudo e o porque de todos.
Com esses poderes e talentos,é sua tarefa construir a própria vida e permitir que o momentum os leve a algo diferente da maioria dos humanos.
Vôces estão,agora aprendendo a descobrir o próprio valor que pretendemos compartilhar,ensinar e encorajar a descobrir através de um processo contínuo. O valor que descobrirão a respeito de si mesmos crescerá cada vez mais,conforme se maravilharem com essas fórmulas existentes em seu próprio interior,que chamamos de códigos para outras civilizações.Aprendam a usar o material de sua própria história.Para mostrar algo a si mesmos.Sem julgamentos,movam-se alegremente pela vida,ao invés de criarem melodramas que os mantêm,representando as mesmas reprises.
Senhores,como pode o homem viver sem amor?Só pode existir;e a existência sem amor significa contrôle,confusão e sofrimento-e é isso o que a maioria de nós está criando.
Quando houver amor,não haverá mais exércitos;Mesmo durante a chamada paz,quanto mais intelectualmente eficientes somos.Tanto mais cruéis,mais brutais,mais insensíveis nos tornamos.
Sujeitamos-no a tudo isso como inevitável,porque vivemos pelo cérebro e não pelo coração,é por isso que não existe amor.
Só o amor,só a boa vontade,só a caridade pode trazer a ordem e a paz,no final de tudo,e portanto,agora.Portanto quando sistemas caírem,usem os sentimentos para sequir em frente.Sem sentimentos,especialmente os de amor,vocês estão condenados.Toda existência é vital e torna-se uma tarefa importante existir dentro de tudo o que é e melhorar esse tudo,em vez de usá-lo e destruí-lo.
AMERIKHAN

21.12.08

MATRIZ NEURAL


Há um nível básico da formação humana onde se determinada a forma que o movimento da vida de uma pessoa terá. Toda a humanidade possui os mesmos registros de evolução. Todos possuem os mesmos estímulos de movimento e sobrevivência. Nos níveis do DNA ‘sujo’ ficam os arquivos originados das formas-pensamentos desenvolvidas pelas diversas culturas, com suas diferentes necessidades, de acordo com o ambiente que estavam imersas, e estas marcas determinam a pseudo diferença entre as pessoas, mas o DNA original permanece igual em cada ser vivo deste planeta. Do momento da concepção ao dia do nascimento do corpo físico, a mãe promove o ambiente vibracional que formata os caminhos de interação física que a criança irá ter. Através das emoções da mãe (químicas processadas) a matriz neural do bebê fica formatada, e esse modelo neural inicial determinará como será a vida dessa pessoa, ou seja, como serão as sintonizações com o externo para que promova o movimento de sobrevivência de si mesmo. O corpo físico humano está sob influência das Leis planetárias tanto quanto qualquer outro ser e/ou objeto. As interações vibracionais conduzem o modelo mental inicial – herdado - e junto com ele, o movimento da vida de uma pessoa até seus 21 anos de idade, momento no qual existe um determinado nível de maturidade que permite a modificação real do programa mental inicial. A direção da vida de todos é determinada pelo movimento universal. Toda a raça humana ‘caminha’ para o mesmo espaço tempo. O senso de individualidade mascara a informação da unidade da experiência na Terra, e para a maioria das pessoas ainda é incompreendido o ‘destino’. É importante que as pessoas compreendam. Crer, aceitar, acreditar, etc, são ações que tiveram seu papel no passado da humanidade, pois ainda estava o cérebro humano em construção de determinadas estruturas, o que determinava o limite da avaliação mental sobre as percepções dos sentidos. Hoje é possível avaliar com maior amplitude, e compreender que cada um é o único responsável pelo seu momento atual, logo, futuro. Mesmo todos tendo herdado as primeiras ‘normas’ de conduta, faz parte de uma raça em evolução a permissividade física de alterar a herança, visto que se o contrário fosse verdade, o final de tudo realmente estaria determinado, e este já teria ocorrido. Toda a raça é regida pela mesma Lei que rege o Universo. O egocentrismo ainda arquivado, permite a falsa idéia da comparação, e deixa muitas pessoas em movimentos cíclicos, o que gera o desgaste celular, que origina as somatizações cada vez mais aceleradas. O momento solicita às pessoas que removam os ‘véus’, criados a partir das heranças – que determinam as crenças atuais - e diz que este movimento seja feito de forma consciente, pois é impossível modificar resultados com pensamentos condicionados ao antigo. É momento de Realidade! Mirian Coden

LUZ SOBRE A TERRA


Furacões, inundações e terremotos têm ocorrido constantemente em várias regiões da Terra. De muitos modos esses desastres naturais podem ser encarados. De certo ponto de vista, pode-se dizer que a vida materializada nos lugares onde ocorrem é liberada para outras dimensões de existência. É uma limpeza que permite posterior renovação da Natureza, tão agredida pelo homem. Também quanto às pessoas que sofrem esses desastres, pode-se dizer que são liberadas de condições indesejáveis para o Espírito.A Natureza, como Entidade inteligente, é capaz de destruir tudo o que não serve, que está desatualizado ou que afronta a integridade do Espírito. O desenvolvimento da consciência planetária, como um todo, não pode ser retardado por circunstâncias criadas pela presente civilização — condições subumanas de vida, de habitação, de abastecimento; laços afetivos viciados, inferiores ao estado que as almas estão preparadas para manifestar; anseios egoístas de satisfação e desejos sem levar em conta os demais e o meio ambiente. Assim, os desastres são um meio drástico de purificação.Nessas manifestações da Natureza — das quais poucas áreas do planeta estão livres nesta época — não há conceitos morais ou sociais comuns; elas limpam, transformam, removem, dissolvem o que é negativo, com grande e profunda repercussão nos seres. Os principais efeitos de uma experiência forte como essa dão-se no interior das pessoas, no seu íntimo, nem sempre se revelam. Quando a destruição é vasta, pode haver profunda limpeza também no espaço etérico, com a colaboração dos ventos e das águas. Em tempos normais isso não é possível em grande proporção. Há lições a aprender com esses acontecimentos, cada vez mais triviais e numerosos. Uma das primeiras é que, por lei, a Natureza recupera o espaço que lhe foi usurpado pelo homem. Assim, tendem a retornar ao curso original rios cujo trajeto foi mudado em nome da comodidade, do lucro ou de maior usufruto por parte de populações que normalmente desperdiçam água e não adquirem hábitos superiores de higiene. Outra coisa que se pode observar e com a qual muito se tem a aprender: nas destruições de florestas pelos ventos, as árvores nativas têm demonstrado ser as mais resistentes. As que caem logo têm sido as transplantadas de outras regiões pelo homem, as que compõem reflorestamentos realizados quase sempre por interesses espúrios.As ajudas humanitárias exercidas nessas ocasiões são uma oportunidade de equilíbrio, isto é, países que espoliaram outros são levados a devolver parte dos bens em forma de doações, embora em geral essa parte dos bens em forma de doações, embora em geral essa parte seja mínima em proporção aos desvios passados. Gestos de auxílio aliviam débitos de um povo para com outro e de um indivíduo para com outro. A recuperação de áreas destruídas implica o exercício da solidariedade, e poucas ocasiões se apresentam tão propicias para o florescimento dessa virtude como as dos inevitáveis desastres naturais. Mas por que as pessoas não percebem internamente o perigo que se avizinha? Por que são apanhadas de surpresa, quando poderiam preparar-se melhor ou fugir desses desastres? A resposta é que, embora avisos gerais sempre tenham sido dados, embora há séculos se venham anunciando as transformações pelas quais a Terra passará e embora ultimamente tais avisos tenham chegado a detalhes, pouca importância lhes é dada. O comportamento não muda, os maus hábitos permanecem, tudo prossegue como sempre. E, por não levarem em consideração esses avisos, as pessoas perdem o direito de intuir a hora da chegada dos desastres, para que se resguardem até certo ponto. Trigueirinho.

“Ciência e Ocultismo”


Dentre os autores que buscaram iluminar a cultura de nossa época com a tradição oriental, Taimni é um dos intérpretes mais objetivos, claros e precisos. Nascido na Índia, doutorou-se em química pela Universidade de Londres, lecionou em turmas de pós-graduação e realizou trabalhos de pesquisa na Universidade de Allahabad; tem diversos artigos publicados em revistas especializadas. Foi também profundo conhecedor de Yoga e da filosofia hinduísta, tendo traduzido e comentado diversos textos do sânscrito. Em “Ciência e Ocultismo”, livro da Sociedade Teosófica ainda não traduzido para o português, Taimni procura lançar luz nas principais teorias da física moderna, constantemente fazendo referência a obras clássicas, tais como os “Yoga Sutras” de Patanjali. Selecionamos abaixo alguns textos do livro relacionados ao tema: A mecânica de Newton dava uma nítida e defini-tiva resposta para o comportamento de uma partícula em movimento. Baseado nesta mecânica, Laplace anunciou a sua famosa proposição: “Se você me fornecesse as atuais posições e velocidades de todas as partículas do Universo, e as forças que atuam sobre elas, eu seria capaz de lhe contar toda a História futura”. Logicamente, sabia-se que tais cálculos do futuro ou do passado se-riam para sempre irrealizáveis, devido ao incontável número de partículas no Universo. Mas a importância deste princípio repousa no fato de que ele foi o responsável por um rígido pré-determinismo de cunho materialista. Segundo este princípio, o rumo do Universo manifestado estava predestinado não por um Deus caprichoso como o das religiões ortodoxas, mas pela matéria. O materialismo científico, desta forma, elevou formalmente a matéria ao posto de Deus, com arbítrio do nosso destino e do futuro do Universo. De acordo com esses princípios, todas as ações humanas estavam completamente pré-determinadas e não haveria lugar para livre arbítrio e muito menos para arbítrio Divino nos assuntos humanos. Esse conceito também está sintetizado na máxima de Lombroso: “O cérebro produz pensamentos assim como o fígado produz bílis”. O desenvolvimento da Física Quântica revolucionou drasticamente os conceitos científicos oriundos da mecânica newtoniana, criando confusão e incerteza em lugar de idéias e afirmações dogmáticas que caracterizam o pensamento científico no final do século XIX. O leitor pode notar quão implacavelmente o desenvolvimento da ciência está dirigindo os cientistas modernos para as bem estabelecidas leis do ocultismo e quão desesperadamente eles estão tentando escapar aos verdadeiros fatos. Quando o conhecimento científico, parcial e limitado, apontava em direção a existência de um rígido determinismo baseado na matéria, eles proclamavam agressivamente e com irresponsável satisfação que a mente, o livre arbítrio e o Deus que se organizava não existiam. Agora que as mais recentes descobertas da ciência têm mostrado que a matéria, do ponto de vista científico, não existe, e que o rígido determinismo materialista está morto, essas questões se tornaram “um campo de pensamento que não interessava ao físico tratar”. Realmente, “pior cego é aquele que não quer ver”. Por quanto tempo ainda poderão eles lutar nessa já perdida batalha contra o conceito da base mental e espiritual do universo, proclamada inequívoca e enfaticamente pelo Ocultismo? De acordo com o Princípio da Incerteza - enunciado por Heisenberg - a própria Natureza colocou um limite na precisão com a qual se pode medir a posição e o “momentum” de uma partícula simultaneamente (o “momen-tum” está relacionado com a velocidade da partícula). Se tentarmos medir a posição de uma partícula com maior precisão, isso acarreta automaticamente uma diminuição na precisão da medida do seu “momentum” e vice- versa. Em outras palavras, se reduzirmos a incerteza em um deles, automaticamente aumenta a incerteza na medida do outro e o produto das duas incertezas poderá nunca ser reduzido além de um valor mínimo conhecido como constante de Plank.

ENTRAR EM SINTONIA COM SEU EU SUPERIOR


Não queremos incitar apreensão, medo nem preocupação. Nosso motivo é sempre trazer informações da forma mais agradável e positiva possível. A criação é tão complexa, e sempre há coisas que podem ser extremamente delicadas de se transmitir. Estamos tão emocionados de tê-los finalmente alcançado, trazendo as coisas que os ajudarão a evoluir. Por favor, percebam que há muitos de nós aqui que aprenderam a alcançá-los. Neste momento não há tantos de vocês dispostos a se ligar e entrar em sintonia conosco, embora o número esteja aumentando.Somos tantos e tão diversos como vocês no planeta Terra. Podemos vir a vocês individualmente, como grupo ou como unidade. Podemos trazer informações diferentes. Alguns de nós, assim como vocês, estão mais interessados em transmitir a história. Alguns de nós são mais francos e queremos lhes contar tudo — o bom, o ruim e até mesmo o feio. Alguns de nós têm mais conhecimento ou sabedoria que os outros. Alguns são mais práticos, sensíveis ou mesmo românticos, e desejam falar de amor e coisas assim.Nossa esperança e intenção é lhes trazer apenas o melhor. Queremos que vocês cresçam e evoluam. Queremos que saibam tanto quanto possível. Não acreditamos que lhes seja vantajoso enchê-los de medo. Realmente existem coisas assustadoras em nossa criação, mas neste momento nossa meta é trazer-lhes o conhecimento de que existe um caminho superior se vocês olharem para dentro de si. Vocês encerram tudo o que precisam saber. Ao entrar em sintonia com seu Eu Superior, vocês evoluirão. Vocês poderiam talvez perguntar: "O que é meu Eu Superior? Onde está?" Como dissemos, a criação é complexa, mas confiem em nós quando dizemos que seu Eu Superior não apenas habita dentro de vocês, como pode alcançá-los a partir de outras dimensões. Muitas vezes é extremamente difícil entrar em contato com seu eu completo a partir de onde vocês moram no nível da Terra. Vocês se difundiram pelo tempo como um raio do Sol. É aqui, em nosso ponto no tempo, que vocês se esforçam e tentam alcançar também o além, e somos nós que tentamos alcançá-los de volta através do tempo. Saibam que vocês são nós e nós somos vocês. Somos vocês num lugar superior, mais evoluído. Não acaba aqui, e sim continua por toda a eternidade.Saibam que vocês encerram multidões. Não são simplesmente meras criaturas da Terra sozinhas. Se vocês dispusessem espelhos em certos ângulos, observariam centenas de réplicas suas. Assim é a criação. Vocês se estendem muito além do que pensam ser. A maneira como evoluírem aqui afetará sua evolução em outros lugares. Vocês são formados de muitos componentes, e são esses componentes que constituem seu alicerce espiritual.Os componentes importantes são feitos de espírito e não de carne. Os componentes da carne não sobreviverão à passagem de um reino ao próximo, mas reverterão aos elementos dos quais vieram. Não são apenas seus componentes espirituais que sobrevivem e continuam. Eles são as partes vitais que fazem de vocês o que são. Se vocês se concentrarem puramente no físico, então sem dúvida murcharão e seu espírito como um todo sofrerá. Vocês ganharão com seu desenvolvimento e evolução. Somos seu eu futuro. Temos capacidade de vir ajudar a lhes mostrar o caminho. Ao aprender o que eles não lhes ensinam na escola, vocês estão aprendendo a verdadeira essência da vida. Ao aprender a navegar pelo mundo invisível, vocês aprendem a se haver com seu mundo.